
O Grupo de Reflexão e Investigação - Currículo e Tecnologias Digitais surge da necessidade de pensar criticamente os impactos, potencialidades e desafios que a digitalização e as sucessivas transformações digitais colocam ao desenvolvimento do currículo escolar dos ensinos básico e secundário (do 1.º ao 12.º ano de escolaridade obrigatória), de outras ofertas educativas como educação pré-escolar e educação de segunda oportunidade e ao desenvolvimento pedagógico e científico no ensino superior, a partir da multiplicidade de saberes constituintes das Ciências da Educação.
Que somos?
Membros
Ana Cristina Torres (U. Porto)
Ana Mouraz Lopes (U. Aberta)
Ana Machado (U. Portucalense)
André Freitas (coordenação GRI 25/26-26/27) (U. Lusófona)
Angélica Monteiro
(coordenação GRI 25/26-26/27)
Alexandre Torres (U. Minho)
Daniela Ferreira (U. Porto)
Elisabete Barros (U. Portucalense)
Elsa Teixeira (U. Portucalense)
Filipa Seabra (U. Aberta)
Gabryella Rocha (U. Minho)
Gorete Pereira (U. Madeira)
Joana Sousa (U. Minho)
João Filipe Matos (U. Lusófona)
João Piedade (U. Lisboa)
Leanete Thomas (U. Porto)
Marta Sampaio (U. Porto)
Marta Abelha (U. Aberta)
Paulo Marinho (U. Porto)
Preciosa Fernandes (U. Porto)
Sara Cruz
(I. P. Cávado e do Ave)
Thiago Freires (U. Porto)


Nossa Missão
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Promover reflexão e investigação sobre a intersecções entre currículo e tecnologias digitais.
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Contribuir para o desenvolvimento científico, formativo, político e comunitário no domínio das ciências da educação.
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Produzir e divulgar resultados que informem políticas, práticas escolares e formação avançada.
Nosso Compromisso
As escolas e as instituições de ensino superior são lugares privilegiados para a experimentação e a construção de futuros educativos com uma finalidade comum: contribuir para o desenvolvimento de aprendizagens e competências dos seus públicos. Os profissionais que nela atuam são figuras chave ao nível do desenvolvimento do currículo. Nesses contextos, torna-se essencial compreender de que forma as práticas e processos digitais estão a reconfigurar tempos, espaços e formas de sociabilidade e aprendizagem/ formação vividas por professores/as, investigadores/as, estudantes e funcionários/as. A educação digital e a digitalização da educação integram-se num amplo movimento de transformação cultural, social e política, atravessando práticas curriculares, pedagógicas, modos de relação e comunicação, bem como as próprias formas de imaginar a escola e a universidade enquanto construtoras de futuros educativos mais inclusivos, justos e humanos.
